Esgar imaturo

Tira esse riso da boca, que ele nunca foi teu
Tira esse olhar do teu rosto, maldito gineceu
Tudo isso veio de mim, essa desviante injusta
Tira essa vida do mundo, que ela ainda me assusta
Tira esse cheiro do ar, que ele causa trejeito
Tira, corre, foge e galga esse ar rarefeito
Beija o tempo, diz adeus, sente orvalhar
Ah, volta… volta pro abismo, volta pro mar
Obsolescência tardia, peregrina!,
Deixa descansar minha retina…

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Posted on 04/06/2013, in Portuguese, Verse. Bookmark the permalink. Leave a comment.

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