Poema de sangria nº3

Ainda assim, na expansão rosada do horizonte
Não eram castanhos os versos gravados em rocha magmática
Eram algo além – ainda a ser
E já mutante como nunca e sempre seria
O vão do sim.

O vão do seu sim
Manchou orgulho de sabor
O estalar dos seus tinos
Inundou o orvalho com sequidão
Saciou a fera com perdão…
O vão do seu sim.

Indignada, minha autossuficiência se debate
Ao arremate…

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Posted on 21/09/2013, in Portuguese, Verse. Bookmark the permalink. Leave a comment.

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